quarta-feira, 14 de maio de 2008

COMO CORREU A NOSSA 4ª TERTÚLIA







No passado dia 12 do corrente, na Galeria Santa Clara, decorreu de modo animado a nossa 4ª "Tertúlia Alternativa". O tema, versando sobre as Bandas de Música como fenómeno artístico e social, foi introduzido pelo nosso Associado André Granjo. Discorreu ele, com a pertinência e competência que lhe é reconhecida, sobre o tema em apreço. Foi-nos dado saber quais as diferenças fundamentais que subsistem entre as Orquestras Sinfónicas e as Bandas de Música. Estas últimas, longe de estarem confinadas a execuções musicias de mero entretenimento e diversão, também podem e devem interpretar peças eruditas. E as melhores fazem-no com rara proficiência, superando, em muitos casos, as Orquestras Sinfónicas de substância artística e técnica mais débil. André Granjo, apoiando-se em imagens e som de grande qualidade, apresentou-nos a evolução histórica das Bandas de Música em Portugal, sobretudo desde os inícios do século XIX à actualidade. Foi uma jornada grandemente valorizadora para os que puderam e quiseram estar presentes. Este evento contou com a presença de alguns dos Associados mais jovens, em conjugação com a presença dos mais veteranos, como as imagens demonstram.



31 comentários:

Anónimo disse...

Outro velório.

Anónimo disse...

É verdade! Mas os mortos costumam fazer comentários idiotas do Além-Túmulo ... E vais ter de continuar a fazer comentário de muitos mais "velórios", para nosso gáudio! Só que, a partir dos próximos, sem réplica. Não gastamos cera com tão ruins defuntos.

Anónimo disse...

Vou pensar na resposta em adequados termos. Não perdem pela demora. Para animar o "velório!!

Anónimo disse...

Com mais ou menos cera (não faço questão disso) espero que o meu "velório" seja pelo manos numerica e qualitativamente mais concorrido. Sem ofensa, evidentemente. Para fazer humor... supostamente britânico. Ou provincianamente português, à zé-povinho. Ah! Bordalo!

Anónimo disse...

Olha, olha, o gajo pensou, pensou e só foi capaz de dizer o que disse. Não admira! Tipos destes têm cabeça pequena. Mas vocês vão ver que se lhe dermos trela, o tipo vai recorrer ao palavrão. É clássico, em gente desta ...

Anónimo disse...

A julgar pelo calibre da sua prosa, vossemecê, meu caro senhor, deve ser um grande "cabeçudo" (cabeça grande por fora, mas raquítica por dentro) que para se pôr ao meu nível tem de comer ainda muita broa. Se acaso se dignar continuar a dar-me trela, no que não penso, lave primeiro a boca dos termos porcalhões que utilizou. É linguagem que não uso. Disso está livre. Classicamente falando. Não perca as estribeiras... por tão pouco. Por uma simples graça! Vossemecê deve ser muito peludo.

Anónimo disse...

Olha, olha, o cidadão da cabeça grande, o cabeçudo, perdeu o pio. Embatucou! Pensou, pensou e verficou que estava a perder o seu tempo, queimando cera com ruim defunto. Afinal, dentro daquele enorme crânio sempre há algum miolo. Seria pouco cavalheiresco bater-me com um mentecapto. Deus me livre! Sem palavrões. Com classe. Como manda a boa educação.

R.M.C. disse...

Quero agradecer o valioso momento de cultura que aconteceu na 4ª Tertúlia. É com este tipo de energia que a nossa sociedade pode avançar; sinto-me bem com o brilho dos outros; não me cegam,íluminam-me! Parabéns!
R.M.C.

Anónimo disse...

Assim é que é: fazer do velório uma festa do espírito! Embarco nessa. Por um Portugal maior, mais livre e mais moderno, onde não tenha lugar o palavrão.

Anónimo disse...

Olá, gente! Eu sou brasileiro e lá também temos cara deste calibre. Ele fala, fala e diz só asneira. O cara do velório é só frustrado, se calhar por não ser culto, como se vê. Nós lá não damos bola a cara assim. Pomos o piruça a falar e quanto ele mais fala, mais mostra o infra que é. Faz isso, meu, faz!

Anónimo disse...

Que pobreza de espírito e prosa tão rasva! Para brasileiro era de esperar melhor. Mais um para o velório!

Anónimo disse...

Nota: "rasva" é gralha por "rasca". Vê-se logo!

Anónimo disse...

Sou o brasileiro, outra vez. Como cês vêem o cara só diz velório, velório, velório. Será que o cara virou cangalheiro?

Anónimo disse...

Com essa linguagem, senhor brasileiro, pode arrumar as botas em Portugal. Aqui não faz vida. Não pense que me ponho ao seu nível. Humorismo, sim! Chiqueiro, não. Viva o velório!

Anónimo disse...

O brasileiro outra vez! O cara tá dando a casca. O cara é mêmo cangalheiro! Agora é só virá-lo de cangalha! Daqui por diante, neste lugar, o cara passará a ser conhecido como o "cangalhas do velório"! Que tal, nha gente?

Anónimo disse...

Então o senhor da "cabeça grande" teve de pedir socorro ao brasileirinho? Onde se meteu a empáfia lusa?! Nunca julguei. O velório veio mesmo para ficar!

Anónimo disse...

O senhor brasileirinho não tem categoria para me chamar coisa nenhuma. Quem o arvorou em porta-voz da Associação?... Terá sido o "cabeça grande"? Cultive-se, senhor brasileiro e seja menos rasca na sua linguagem. Não se suje por tão pouco. Olhe que aqui não se diz "cara"; diz-se "gajo". Sempre é mais fino. Não estrague o ambiente do velório com o seu humorismo... calhorda!

Anónimo disse...

Perdeste o pio, brasileirinho? Ou mandaram-te meter a viola no saco pela triste figura que estavas a fazer, comprometendo estupidamente o bom nome da Associação de que te armaste em paladino? Mediste mal as tuas forças. Resultado: caíste de cangalhas! Que a terra te seja leve!

Anónimo disse...

O pilantra do "Cangalho do Velório" piou outra vez e tá danado! O "Cangalho do Velório" foi buscá lã e saiu tosquiado! O "Cangalho" tá cangalhado ...

Anónimo disse...

Por mais que queiras, brasileirinho, não tens piada nenhuma. És um chocho! Estás mesmo escangalhado. Metes-me dó.

Anónimo disse...

O "Cangalho do Velório"
É um cara simplório
Vai à lã e vem cardado
E nunca fica curado!!!

Anónimo disse...

Brasileirinho, cresce e aparece. Falta-te maturidade. Pareces um adolescente mal educado. Estás a fazer uma triste figura de urso. Com a tua prosa escangalho-me a rir! Sempre me divertes. És o meu bobo da corte. Sabes o que isso é, brasileirinho? Um bobo que me entretém à borla. Que mais quero eu?! Só tenho pena que desistas. Por falta de corda.

Anónimo disse...

O "Cangalho do Velório" desta vez acertou. É que, minha gente, eu sou mêmo jovem (22 aninhos, feitos há semanas no Recife). Mas lá que o cara está a dar a casca,lá isso está, né ? Ah, "Cangalho" escangalhado !!!

Anónimo disse...

Deste em poeta, brasileirinho? Ora aí está um dos papéis do bobo: entreter o seu senhor com versos de pé quebrado. Para o que te havia de dar! Uma pergunta: acaso és catedrático de capelo à borla? Tinha a sua graça.

Anónimo disse...

Acabo de ler a tua confissão etária. Quem diria! Pela maneira como escreves, não te dava mais de uma dúzia de anos. Jovem? Não, adolescente. Mentalidade infantil. A Associação não arranja coisa melhor para defender as suas cores, se acaso é isso que está em causa à conta da graça do velório? Espero impacientemente pela tua próxima cangalhada. Brasileirinho!

Anónimo disse...

Olha,meu, agora tenho de te deixar. Tens de explicar que coisa é essa que te faz ser assim. Mas não a mim, meu. A quem te fez assim tão pilantra, tão pelintra, tão "pau de canela", tão gibóia de goiaba. Qualquer dia volto outra vez para rir de ti, valeu? Adeus, "Cangalho", tenho de ir trabalhar... Eu nem conheço essa tal de Associação !

Anónimo disse...

Pela idade que dizes ter, brasileirinho, era de esperar que fosses um pouco mais ajuizado. Pareces um atrsado mental. Coitadinho!

Anónimo disse...

Ingénuo brasileirinho, não me digas que não conheces "essa tal de Associação". Vai dizer essa a outro. Que é que te move, então, a proferir tantos despautérios? És, acaso, algum cavaleiro andante? Para isso és demasiado grosso na tua desbragada linguagem. No fundo, és um pobre simplório ao serviço de alguém que não tem peito para terçar armas comigo e se serve da tua saloia ingenuidade. Já que te meteste ou te meteram nesta, agora aguenta. Dos fracos não reza a história. Só dos valentes e dos parvalhões. Cá te espero na volta do trabalho.

Anónimo disse...

Volta pronto, brasileirinho! Vão-me fazer falta as tuas pilhérias para me rir à gargalhada. Preciso de um bobo para entreter os meus ócios. Preciso de um pobre diabo como tu para não morrer de tédio. Acho um piadão ao ver-te ir aos arames. No que te meteram, brasileirinho das embófias!

Anónimo disse...

Explica-me lá, brasileiro: quem são esses "vocês" a quem te diriges quando falas para a plateia? São os teus compinchas da tal Associação que dizes desconhecer? Seu renegado! Quanto é que te pagam por cada asqueroso palavrão que proferes contra mim? Confessa lá, homem! Tudo tem o seu preço. És desprezível. Como se diz isto em brasileiro? Pilantra? Pelintra? Gibóia? Fico-me pelo português, que tem mais classe. É nisto que nos distinguimos, senhor brasileirinho de 22 anos e nascido no Recife. Só te faltou dizer como te chamas e que emprego tens. Lá chegaremos. Se tens fibra para aguentar a parada. Desconfio muito pela reduzida e lenta capacidade do teu raciocínio. Nem pareces adulto!

Anónimo disse...

Explica-me lá, brasileiro: quem são esses "vocês" a quem te diriges quando falas para a plateia? São os teus compinchas da tal Associação que dizes desconhecer? Seu renegado! Quanto é que te pagam por cada asqueroso palavrão que proferes contra mim? Confessa lá, homem! Tudo tem o seu preço. És desprezível. Como se diz isto em brasileiro? Pilantra? Pelintra? Gibóia? Fico-me pelo português, que tem mais classe. É nisto que nos distinguimos, senhor brasileirinho de 22 anos e nascido no Recife. Só te faltou dizer como te chamas e que emprego tens. Lá chegaremos. Se tens fibra para aguentar a parada. Desconfio muito pela reduzida e lenta capacidade do teu raciocínio. Nem pareces adulto!